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Referências: Usabilidade e Arquitetura de Informação de Websites de Governos Municipais

Usabilidade | 23/9/2013

A INTERNET: A Guerra dos Navegadores. Produção de Oxford Scientific Films. [S.l.]: Discovery Channel, 2008. 1 DVD (42), color.

AGNER, Luiz. Arquitetura de informação e governo eletrônico: diálogo cidadãos-Estado na World Wide Web. 2007. 353 f. Tese (Doutorado) - Curso de Design, Departamento de Artes, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2007.

AGNER, Luiz. Ergodesign e Arquitetura de Informação: Trabalhando Com o Usuário. 2. ed. Rio de Janeiro: Quartet, 2009.

AMARAL, Sueli Angelica; NASCIMENTO, José Antonio Machado do. Avaliação de Usabilidade na Internet. Brasília: Thesaurus, 2010.

BETIOL, Adriana Holtz. Ergonomia e Usabilidade: Conhecimentos, Métodos e...

Questionários

IHC | 28/4/2013

Outra técnica que pode ser usada é a aplicação de questionários. Os questionários são formulários compostos por perguntas, abertas ou fechadas, aplicadas a fim de coletar dados para uma avaliação, análise ou pesquisa. Semelhantes às entrevistas por possuir perguntas abertas ou fechadas, os questionários possuem a vantagem de não necessitar de um entrevistador para sua aplicação e de poder ser aplicado a um grande número de pessoas dispersas geograficamente, o entrevistado pode preencher o questionário no conforto de sua casa. Essa vantagem torna-se uma desvantagem, visto que, devido à ausência de um entrevistador, as perguntas devem ser claras, objetivas e curtas e, preferencialmente,...

Entrevistas

IHC | 28/4/2013

A entrevista é uma técnica muito usada em diversas áreas, incluindo IHC, e por isso, deve ser bem estabelecida. Trata-se de um conversa com um propósito, guiada por um roteiro pré-definido de perguntas que almejam um objetivo (Preece et alii, 2005; Silva & Barbosa, 2010). Segundo Preece et alii (2005), existem quatro tipos diferentes de entrevista. Três são definidas de acordo com o controle do entrevistador sobre a entrevista: estruturada, não-estruturada e semi-estruturada. A outra é definida pela quantidade de participantes; quando é um grupo, a entrevista é comumente chamada de grupo de foco.

As entrevistas estruturadas são caracterizadas pelas perguntas pré-determinadas e pelo controle...

Teste de Usabilidade

IHC | 28/4/2013

O teste de usabilidade avalia a usabilidade de sistemas interativos por meio da observação de usuários reais realizando tarefas típicas e pré-predefinidas, no intuito de melhorar a facilidade de uso do sistema interativo, avaliar o grau de efetividade da interação e determinar o grau com que o sistema se ajusta e apoia as necessidades dos usuários (Pressman & LOWE, 2009; Moraes & Rosa, 2008).

Esse método visa avaliar a qualidade da interação entre usuários e sistema, identificando problemas e avaliando seu impacto na interação (Cybis et alii, 2010; Preece et alii, 2005). Pressman & Lowe (2009) enfatizam que não há como determinar a usabilidade de um sistema sem realizar uma avaliação de...

Métodos de avaliação com usuário

IHC | 28/4/2013

A avaliação com especialistas busca prever problemas que os usuários podem ter ao usar o sistema, porém, sem consultar os usuários (Souza et alii 1999); já a avaliação que envolve usuários busca problemas reais, para tanto, faz-se necessário envolver usuários reais na avaliação, o que a torna mais demorada e cara (Prates & Barbosa, 2003). O envolvimento dos usuários na avaliação pode ser feita por meio de observação dos usuários ou por meio de investigação. Na investigação, são usados questionários, estudos de campos, entrevistas e outras técnicas para se obter dados sobre a opinião, expectativas e comportamentos dos usuários relacionados ao sistema (Silva & Barbosa, 2010) Na observação,...

Análise de métricas e dados de log

IHC | 27/4/2013

Sistemas interativos baseado na internet armazenam logs da interação do usuário e outros dados de trafego, possibilitando identificar e conhecer o contexto de uso, erros ocorridos na utilização, recursos de ajuda usados, funcionalidades e páginas acessadas, além de outros vestígios do uso real, em ambiente real e por usuário reais, isso de forma discreta e não intrusiva (Cybis et alii, 2010; Kalbach, 2009).

Kalbach (2009) adverte que, mesmo que dados de logs possam fornecer dados preciosos e úteis para melhoramento das interfaces e, principalmente, para melhoria da interação do usuário, não é possível identificar o objetivo do usuário nem explicar o porquê do seu comportamento, além do fato...

Percurso Cognitivo

IHC | 27/4/2013

O Percurso Cognitivo, baseado na engenharia cognitiva, avalia, através da exploração da interface, a facilidade de aprendizado por exploração de um sistema. As tarefas dos usuários são decompostas em ações, sequência de passos necessários para realizar a tarefa. O avaliador analisa cada ação tentando se colocar no lugar do usuário, questionando se é possível realizar as ações e se elas conduzem ao cumprimento da tarefa com sucesso, anotando as características de usabilidade problemáticas. Caso ocorra problema na realização das ações, o avaliador levanta hipóteses sobre o problema e propõem soluções (Baranauskas & Rocha, 2003; Silva & Barbosa, 2010; Nielsen & Mack, 1994 apud Preece et alii,...

Avaliação Heurística

IHC | 27/4/2013

A avaliação heurística foi proposta por Nielsen e Molich, em 1990, no intuito de encontrar problemas de usabilidade durante o desenvolvimento de sistemas interativos (Nielsen & Molich, 1990 apud Silva & Barbosa, 2010). Para Silva & Barbosa (2010), essa avaliação consiste na inspeção sistemática da interface utilizando diretrizes de usabilidade, chamada por Nielsen de heurísticas, que descreve recomendações para interfaces e interação, usada para encontrar problemas que comprometam a facilidade de uso do sistema.

As heurísticas, diretrizes de usabilidade, propostas por Nielsen e Molich, foram resultadas de uma análise de aproximadamente 240 problemas de usabilidade encontrados por...

Métodos de avaliação com especialistas

IHC | 27/4/2013

Esse tipo de avaliação envolve um ou mais especialistas inspecionando e julgando a adequação da interface com base em princípios reconhecidos e em sua experiência profissional, no intuito de identificar possíveis problemas que podem ocorrer durante a interação do usuário com o sistema (Cybis et alii, 2010). A avaliação envolvendo especialistas almeja antever potenciais problemas, porém, problemas não reais, visto que o avaliador tenta se colocar no papel de determinado usuário com determinado perfil (Silva & Barbosa, 2010).

Esse tipo de avaliação é utilizado para buscar problemas de usabilidade e propor soluções. Para Nielsen & Mack (1994 apud Prates & Barbosa 2003, p.10), os...

Framework DECIDE para avaliação de interface

IHC | 27/4/2013

O framework DECIDE, proposto por Preece et alii (2005, p.368), é composto por seis etapas, e as iniciais de cada etapa, na língua inglesa, compõem a sua nomenclatura.

  • Determinar (Determine): determinar as metas e os objetivos da avaliação;
  • Explorar (Explore): determinar e explorar as questões cuja avaliação pretende responder;
  • Escolher (Choose): escolher os métodos e as técnicas que responderão às questões da avaliação;
  • Identificar (Identify): identificar questões práticas a serem abordadas pela avaliação;
  • Decidir (Decide): decidir como lidar com as questões éticas envolvidas;
  • Avaliar (Evaluate): avaliar, interpretar e apresentar os dados.

Na primeira...

Avaliação de Interfaces

IHC | 27/4/2013

O desenvolvimento de um sistema interativo que preze pela qualidade de uso exige uma avaliação a fim de identificar problemas na interface e na interação que possam comprometer a experiência de uso (Silva & Barbosa, 2010). Para Preece et alii (2005), a avaliação é uma tarefa essencial no processo de desenvolvimento de um sistema interativo e mantém o processo centrado nos usuários. Assim, possibilita atender as necessidades atuais dos usuários.

Os usuários preferem sistemas que sejam fáceis de aprender e utilizar assim como eficazes, eficientes, seguros e satisfatórios. É também essencial que alguns produtos sejam agradáveis, atraentes, desafiadores, etc (p.339).

Netto (2010) afirma...

AI: Tipos de Navegação

Arquitetura de Informação | 27/4/2013

Embora não exista um consenso quanto à nomenclatura dos tipos de navegação, Kalbach (2009) afirma que o importante é que o objetivo de cada tipo é o mesmo e, embora possa possuir nomes diferentes, o papel e o propósito são os mesmos: navegar pela estrutura e organização do espaço informacional.

Para Kalbach (2009), os diversos tipos de navegação podem ser agrupados em três categorias (figura 12):

  • navegação estrutural: fornece uma navegação baseada na hierarquia do sistema interativo ou website, possibilitando o usuário se mover para cima ou para baixo da estrutura.
  • navegação associativa: fornece uma navegação por assuntos, tópicos ou conteúdos semelhantes, não estando presa...

AI: Sistema de Navegação

Arquitetura de Informação | 27/4/2013

A partir do momento que o usuário não consegue localizar a informação desejada e não é capaz de entender como a informação está organizada, Rosenfeld & Morvile (2002 apud Reis, 2007) afirma que se inicia, no usuário, um sentimento de estar perdido, acompanhado dos sentimentos de confusão, insegurança, medo, ira e frustração, comprometendo a qualidade da experiência de uso. Dessa forma, Reis (2007) afirma que o sistema de navegação deve orientar a interação do usuário com a estrutura da informação tendo dois objetivos básicos: (1) indicar a localização do usuário dentro da estrutura e organização do espaço informacional e, (2) mostrar o caminho certo a seguir para que o usuário consiga...

AI: Sistema de Organização

Arquitetura de Informação | 27/4/2013

A organização do espaço informacional, geralmente, tem o intuito de possibilitar que os usuários encontrem o que precisam de modo intuitivo, e refere-se à classificação, estruturação e hierarquização das informações de acordo com o modelo mental dos usuários - como os usuários esperam que essas informações estejam organizadas. A organização e estruturação da informação é a base para o sistema de navegação (Pressman & Lowe, 2009; Moraes & Rosa, 2008).

Para Agner (2009), as informações podem ser organizadas em um esquema exato ou ambíguo. No esquema exato, a organização é feita em seções óbvias, claras e mutuamente excludentes, sem ambiguidades, como a organização por ordem alfabética,...

Arquitetura de Informação

IHC | 27/4/2013

A interação humano-computador e a usabilidade de um sistema estarão comprometidas caso as informações e o conteúdo não esteja organizado e apresentado de forma clara e coerente para o usuário (Pressman & Lowe, 2009; Nielsen & Loranger, 2007). Garantir uma experiência de uso de qualidade de um sistema interativo exige organizar e apresentar as informações de modo a facilitar seu acesso, de tal forma que o usuário a encontre intuitivamente (Camargo, 2010; Moraes & Rosa, 2008; Pressman & Lowe, 2009).

Para Preece et alii (2005), a apresentação das informações influencia a facilidade ou a dificuldade de encontrar e/ ou entender a informação; assim, em sistemas interativos, é importante que a informação...

Abordagens da IHC

IHC | 27/4/2013

Dentre as principais características que exprimem a qualidade de sistemas interativos, mais especificamente websites, Pressman & Lowe (2009) apontam: “ser fácil de usar, fácil de aprender, fácil de navegar, intuitiva, consistente, eficaz, livre de erros e funcional” (p.181).  Silva & Barbosa (2010) e Serg (2010), enfatizando as características apontadas por Pressman & Lowe (2009), apresentam três conceitos relacionados à interface: usabilidade e experiência do usuário, acessibilidade e comunicabilidade. A seguir, esses conceitos relacionados à qualidade de interfaces serão apresentados.

  • Usabilidade
  • Comunicabilidade
  • Abordagens da IHC: Acessibilidade

    IHC | 27/4/2013

    Silva & Barbosa (2010) enfatizam que, mesmo que uma interface seja fácil de usar e com alta comunicabilidade, barreiras ao acesso de sistemas interativos podem impossibilitar o uso do sistema por pessoas com necessidades especiais. O usuário ao usar um sistema necessita de coordenação motora para agir e manipular a interface; visão, audição, tato e percepção para identificar e reconhecer as mensagens enviadas pelo sistema e atividades mentais para interpretar as mensagens, planejar suas tarefas e verificar os objetivos. Assim, usuários que possuem limitações físicas – deficiência visual, auditiva e motora -, mentais ou de aprendizado – analfabetos – e outras necessidades, encontram...

    Abordagens da IHC: Comunicabilidade

    IHC | 27/4/2013

    O designer deve se expressar adequadamente por meio da interface, assegurando que o usuário consiga prever e compreender o que fazer no sistema para realizar tarefas sozinho, com eficiência, facilidade e com uma comunicação em mão dupla entre usuário e sistema. Assim, o usuário entende a mensagem do designer e consegue interagir com o sistema, e o sistema responde às ações do usuário informando o que está acontecendo, evitando que o usuário fique angustiado e insatisfeito (Norman, 2006; Silva & Barbosa, 2010). Essa problemática enfrentada pelo designer, de comunicar de forma eficiente e efetiva as intenções do sistema interativo ao usuário, trata-se da comunicabilidade.

    A fim de conceituar...

    Abordagens da IHC: Usabilidade

    IHC | 27/4/2013

    A usabilidade está relacionada com a facilidade de uso e a qualidade na experiência de utilização de um sistema. Nielsen (2007) conceitua usabilidade como:

    um atributo de qualidade relacionado à facilidade do uso de algo. Mais especificamente, refere-se à rapidez com que os usuários podem aprender a usar alguma coisa, a eficiência deles ao usá-la, o quanto lembram daquilo, seu grau de propensão a erros e o quanto gostam de utilizá-la. Se as pessoas não puderem ou não utilizarem um recurso, ele pode muito bem não existir (Nielsen, 2007, p.XVII).

    Silva & Barbosa (2010), com o propósito de definir usabilidade, apresentam a definição de usabilidade da International Organization for...

    Principais teorias da interação

    IHC | 27/4/2013

    Para Silva & Barbosa (2010), cuidar e prezar pela qualidade de uso de um sistema interativo reduz custos de desenvolvimento e estabelece uma vantagem competitiva no mercado, melhorando a imagem e a percepção de valor da empresa e do sistema pelo usuário. Essa visão é reforçada por Almeida (2011) ao apresentar a informação de que 86% das pessoas que decidem não mais usar um programa o fazem pela falta de qualidade da interface. Entretanto, projetar uma interface adequada ao contexto e às necessidades dos usuários exige conhecimento de algumas teorias de IHC. Entre elas, as principais são: Engenharia Cognitiva e Engenharia Semiótica. O conhecimento teórico dessas teorias possibilita...

    IHC: Engenharia Semiótica

    IHC | 27/4/2013

    Proposta por Souza (1993) para o design de linguagens de interface, tem como base teórica a semiótica, disciplina que estuda signos e linguagens de produção de significado e sentido (Baranauskas & Rocha, 2003; SERG, 2011). A Engenharia Semiótica surgiu na década de 1990, no centro de pesquisa do Semiotic Engineering of Human-Computer Interaction. Publicada internacionalmente a primeira versão em 2005, teve os métodos de investigação para fenômeno de metacomunicação de IHC divulgado em 2009 (SERG, 2011).

    Atualmente, com o intuito de tornar as interfaces amigáveis e naturais, e assim, mais fáceis de serem usadas e menos hostis, são utilizados elementos gráficos para representar dados,...

    IHC: Engenharia Cognitiva

    IHC | 27/4/2013

    A Engenharia Cognitiva foi proposta por Donald Norman, em 1986, na tentativa de utilizar conhecimentos da psicologia cognitiva, da ciência cognitiva e dos fatores humanos para entender os processos cognitivos humanos - processo pelo qual o ser humano constrói conhecimento - e a capacidade e limitações da mente, no intuito de usá-los para desenvolver sistemas interativos agradáveis, motivadores, prazerosos e fáceis de usar (Silva & Barbosa, 2010; de Souza et alii, 1999).

    A Engenharia Cognitiva está centrada na relação entre usuário e sistema, na interação do usuário com um sistema concebido, não sendo seu foco o projetista de sistema ou o processo de design do sistema (Netto, 2010)....

    Objetos de estudo e objetivos da IHC

    IHC | 27/4/2013

    Estudar a interação sob o ponto de vista do usuário envolve investigar as pessoas usando sistemas (Silva & Barbosa, 2010, p.10). Podendo assim, segundo o ACM SIGCHI (1992 apud Semiotic Engineering Reseach Group, 2010), entender, explicar e prever fenômenos da interação entre usuários e computadores e, como consequência, fornecer meios para projetar interfaces adequadas ao contexto e às necessidades dos usuários: adequando os sistemas às necessidades, capacidades e características dos usuários, tornando os softwares mais úteis e fáceis de serem usados e proporcionando uma experiência de uso de qualidade (Baranauskas & Rocha, 2003).

    Projetar uma experiência de uso de qualidade envolve...

    IHC: Interfaces e Interação

    IHC | 27/4/2013

    A interface de um sistema é o meio que possibilita a comunicação entre o ser humano e o computador (Pressman, 2006). É a parte visível pela qual o usuário mantém contato físico, têm acesso às funções e se comunica com o sistema interativo (Netto, 2010; Silva & Barbosa, 2010). Uma definição de interfaces muito utilizada é a proposta por Moran (Souza et alii 1999; Prates & Barbosa, 2003):

    A interface de usuário deve ser entendida como sendo a parte de um sistema computacional com a qual uma pessoa entra em contato – física, perceptiva ou conceitualmente (Moran, 1981 apud Prates & Barbosa, 2003, p.2)

    Dentro do contexto, o contato do usuário com as interfaces envolve dois tipos: contato físico -...

    IHC: histórico da área

    IHC | 10/1/2012

    Não se sabe ao certo a data de surgimento da IHC, porém, costuma-se estabelecer a origem desse campo de estudo entre a década de 1970 e 1980, com a junção das disciplinas de Ciência da Computação, Psicologia e Ergonomia no intuito de compreender como o uso dos computadores poderia melhorar a vida dos usuários (Moraes & Rosa, 2008; Amaral & Nascimento, 2010; Baranauskas & Rocha, 2003).

    Entretanto, a base para o surgimento da IHC teve início durante a Segunda Guerra Mundial, com a descoberta, pelos cientistas da Força Aérea Inglesa, que algumas falhas ocorridas durante o uso de sofisticadas aeronaves, mesmo por pilotos experientes, eram causadas pela não adequação às necessidades e...

    Interação Humano-Computado – IHC

    IHC | 10/1/2012

    Frustração, erros, falhas e outros problemas na utilização de websites ou sistemas interativos são comuns para muitos usuários (Shneiderman, 1990 apud Pressman, 2006). Para Silva & Barbosa (2010), esses problemas são resultado da falta de foco nas necessidades dos usuários. A falta de um processo de desenvolvimento centrado nos usuários gera prejuízos financeiros , reduz vendas e aumenta as despesas com maior utilização de suporte e de treinamento. Sendo que, a adoção de um processo focado nas necessidades dos usuários reduz de 33% a 50% o tempo de desenvolvimento de um sistema e produz um retorno de investimento de oito para cada real investido, além de melhorar a imagem do sistema no...

    Desafio do e-gov brasileiro

    e-Gov | 10/1/2012

    O governo brasileiro, desde o inicio das discussões sobre governo eletrônico, almejava que a tecnologia, principalmente a internet, possibilitasse a melhoria na qualidade dos serviços, a eficiência na administração, a participação dos cidadãos no governo e um novo tipo de interação e relacionamento com os cidadãos, empresas, investidores, funcionários público e governo (Brasil, 2011).

    Entretanto, desde o principio, o Governo vem enfrentando grandes desafios para oferecer um governo eletrônico de qualidade à sociedade. Os motivos podem ser variados: questões políticas, questões tecnológicas, falta de conhecimento, cultura burocrática ou limitações no orçamento (Comitê Gestor da Internet...

    Público-alvo de e-Gov

    e-Gov | 9/10/2011

    O Governo possui autonomia própria para gerir os assuntos de seu interesse e de interesse da sociedade, oferecendo os mais diversificados serviços e podendo atuar e interferir em diversos ramos de atividade, desde que não exerça atividade comercial. O Governo é um agente coletivo que fiscaliza e proporciona bens e serviços coletivos e públicos. Atua em defesa do interesse da sociedade e do desenvolvimento econômico e social, constituindo-se no principal depositário da confiança popular para a solução dos problemas e defesa dos interesses dos cidadãos. Por isso, amplas são suas atuações, muitos são os serviços públicos oferecidos e diversos são os agentes ou atores que se relacionam com o...

    Objetivos do e-Gov

    e-Gov | 9/10/2011

    Entre os principais objetivos do Governo Eletrônico destacam-se a transparência das ações e decisões e a democratização da informação, possibilitando a participação da sociedade nas tomadas de decisões e ações governamentais (Pinho, 2008). Cavalli (2009) acrescenta as melhorias dos processos internos administrativos entre os objetivos de maior importância. Para a TecGov/ Fundap  (2007, p.3), os objetivos mais importante do e-gov são:

    • Melhorar o relacionamento com o cidadão por quaisquer meios digitais.
    • Melhorar a qualidade dos serviços públicos, com atuação integrada dos organismos públicos.
    • Proporcionar maior transparência, contribuindo para redução das possibilidades...

    Definição e características de e-Gov

    e-Gov | 9/10/2011

    O Governo Eletrônico, também chamado de e-Governo ou e-Gov, começou a ganhar relevância em 1999 durante o 1º Fórum Global Sobre Reinvenção do Governo, que contou com a participação de 45 países (Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2010). Porém, o início dessa nova forma de relacionamento dos governos começou junto com a popularização da internet, atribuída ao ano de 1993 após o lançamento do primeiro navegador com interface gráfica multimídia – o Mosaic – que permitiu pessoas comuns, de forma fácil, acessar a internet, antes restrita ao universo acadêmico (Chahin et alii, 2004).

    No Brasil, o governo eletrônico começou a ser pensado e discutido em 2000, com a criação do Grupo de...

    e-Gov, IHC e AI: relação e importância

    Usabilidade | 4/10/2011

    Há mais de uma década, o Governo Brasileiro almeja uma tecnologia que melhore a qualidade dos serviços e dos processos, a participação dos cidadãos e, principalmente, crie um novo tipo de relacionamento com o público.

    No Brasil, atualmente, segundo o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), a internet é a principal forma de acesso ao governo eletrônico. Entretanto, a situação atual dos websites governamentais, apresentada por pesquisas e estudos, é preocupante. O Centro de Estudos em Tecnologia de Informação para Governo, da Fundação Getúlio Vargas (TecGov), e a Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap) evidenciaram a falta de qualidade...

    Sobre o Blog

    Usabilidade | 4/10/2011

    Esse Blog é um repositório de textos (artigos, trabalhos e monografia) criados a partir das pesquisas e estudos realizados, principalmente, para a pós-graduação em Design Instrucional para Web na UNIFEI e Análise e Projetos de Sistemas na FATEC/SP, além de outros cursos e atividades.

    Os textos, devido ao tamanho, geralmente são subdivididos, por isso, para entender determinado assunto navegue pelos textos recomendados.

    Importância em projetar uma experiência de qualidade no uso da web

    Usabilidade | 4/1/2011

    No setor de comércio eletrônico, segundo Agner (2010), bilhões são perdidos por falta de investimento em projetar uma experiência bem sucedida no uso da web, ou seja, sucesso em concluir uma tarefa e facilidade em encontrar o que procura. São gastos milhões em publicidade para atrair o usuário ao site, e quando lá, o usuário não consegue achar o produto ou informação desejada ou o website ou página Web não fornece condições para o usuário concluir uma tarefa, gerando frustração ao usuário e prejuízo financeiro e prejuízo à imagem da empresa.

    No setor bancário, segundo pesquisa feita em junho de 2010 pela Federação Brasileira de Bancos (2010) – Febraban, os investimentos em tecnologia no...

    Recursos de Design Instrucional

    Design Instrucional | 4/1/2011

    A complexidade e as dificuldades da aplicação das estratégias e do planejamento de cursos para web são amenizadas pela utilização do Mapa de Atividades, Matriz de Design Instrucional e StoryBoard, ferramentas desenvolvidas especialmente para Design Instrucional de EaD virtual visando organizar e diminui a complexidade de criação de atividades, de modo que a equipe multidisciplinar envolvida no desenvolvimento e operação do projeto fale a mesma língua e trabalhe para um mesmo objetivo. A seguir, são apresentadas estas ferramentas.

    Mapa de Atividades

    Leio o texto "Mapa de Atividades" para conheçe-lo em detalhes

    O Mapa de Atividade reflete em ações as estratégias adotadas. Contém...

    Fatores chave de sucesso de programas de educação a distância via Internet

    Design Instrucional | 4/1/2011

    Maurício Gregianin Testa (2002) realizou uma pesquisa a fim de identificar os fatores chave de sucesso dos cursos de EaD via internet. Nela foi adotada a metodologia do MIT’s Sloan School of Management para busca de fatores críticos de sucesso.

    Testa (2002) pretendeu fornecer a administradores e gestores alguns fatores cruciais para planejamento de cursos EaD. Foram realizadas nove entrevistas em profundidade com especialista, e os resultados foram testados em dois estudos de caso, um com o programa Iniciando um Pequeno Grande Negócio do SEBARE e outro com o Núcleo de Aprendizagem Virtual da Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

    A pesquisa...

    Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs)

    Design Instrucional | 4/1/2011

    Os Ambientes Virtuais de Aprendizagem – AVAs – fornecem um local onde se concretiza as ações educacionais que contém diversas funcionalidades e ferramentas de interação, administração e de apoio às estratégias educacionais. Filatro (2008) afirma que atualmente os AVAs são ambientes computacionais complexos de gerenciamento de aprendizagem que integram um conjunto de recursos e funções que apoiam a aprendizagem.

    Eles fornecem uma gama de recursos e ferramentas, dentre elas, as principais, segundo Filatro (2008), são:

    • Ferramentas comunicacionais: permitem a interação entre os indivíduos. Possuem ferramentas síncronas, de comunicação instantânea, como chat e teleconferências e...

    Modelo Para Construção de Cursos à Distância: Design

    Design Instrucional | 4/1/2011

    Caso ainda não tenha lido, recomendo o texto "Modelo Para Construção de Cursos à Distância: Análise"

    Essa fase abrange o planejamento e o design da situação didática. Levando em conta os dados obtidos na fase de análise, são definidos estratégias pedagógicas, estratégias tecnológicas, métodos e técnicas para criação de atividades de aprendizagem e para escolher mídias apropriadas às atividades (FILATRO, 2007).

    Nessa fase, o plano de curso, os materiais e as estratégias são definidos com foco no público-alvo, no desenvolvimento de habilidades, na aquisição/ construção de conhecimentos (no intuito de formar) e na manutenção e atualização desses elementos durante oferta do curso....

    Mapa de atividades

    Design Instrucional | 4/1/2011

    Baseado nos dados da fase de análise, o Mapa de Atividade realiza o detalhamento do planejamento das atividades de aprendizagem em aula, ou seja, o detalhamento é feito por aula ou por unidade. Cada unidade de aprendizagem, nesse documento definida como aula, tem o foco nos resultados esperados, no comportamento que o aluno deve adquirir.

    Cada unidade do Mapa de Atividades possui um detalhamento dos objetivos de aprendizagem, da estruturação, do tema, da carga horária da unidade, das atividades teóricas e práticas, das ferramentas e recursos necessários para a realização. Cada unidade deve refletir sua importância no planejamento final organizadas em um fluxo coerente...

    Matriz de Design Instrucional

    Design Instrucional | 4/1/2011

    A Matriz de Design Instrucional é um documento que apresenta informações detalhadas sobre uma atividade desmembrada do Mapa de Atividades. Ela permite uma comunicação clara entre os diversos envolvidos no desenvolvimento e uma visão geral e detalhada da dinâmica ou atividade. A seguir, será resumida a função de cada coluna da Matriz de Design Instrucional.

    Tabela 4: Exemplo de Matriz de Design Instrucional. (FONTE: UNIFEI, 2009)

    (1) Identificação da atividade (2) Descrição/ proposta da dinâmica (3) objetivo (4) Critérios/ avaliação (5) Tipo de interação (6) ...

    Modelo Para Construção de Cursos à Distância: Avaliação

    Design Instrucional | 4/1/2011

    Caso ainda não tenha lido, recomendo o texto "Modelo Para Construção de Cursos à Distância: Implementação"

    A fase de avaliação consiste no monitoramento do andamento do curso para avaliação das estratégias pedagógicas e tecnológicas utilizadas, buscando identificar se os resultados são os esperados, avaliando a eficácia do curso e a eficiência dos sistemas. Filatro (2007) reparte as estratégias de avaliação em três partes:

    • Acompanhamento: definir formas e os responsáveis pelo acompanhamento e coleta dos resultados.
    • Revisão: identificação dos problemas detectados e medidas de correção.
    • Manutenção: ações que garantam a continuidade do curso.

    Pinheiro (2002)...

    Modelo Para Construção de Cursos à Distância: Implementação

    Design Instrucional | 4/1/2011

    Caso ainda não tenha lido, recomendo o texto "Modelo Para Construção de Cursos à Distância: Desenvolvimento"

    A implementação abrange a aplicação do curso, o momento em que o curso é publicado e o momento em que o curso é executado. No primeiro momento, o de publicação, o material desenvolvido é publicado na internet, ou seja, o material e as atividades são disponibilizados para os alunos. No segundo momento, o de execução, os alunos já acessam o material publicado e podem iniciar o curso, com tudo funcionando corretamente. No intervalo, entre esses principais momentos, é feito a capacitação dos professores, tutores e outros envolvidos para utilização das ferramentas, conhecimento...

    Modelo Para Construção de Cursos à Distância: Desenvolvimento

    Design Instrucional | 4/1/2011

    Caso ainda não tenha lido, recomendo o texto "Modelo Para Construção de Cursos à Distância: Design"

    A fase de desenvolvimento abrange a produção do conteúdo, adaptação do material instrucional, produção das mídias e a viabilização dos recursos (PINHEIRO, 2002). Segundo Bittencourt (1999), é nessa fase que todo o material é desenvolvido, que as ferramentas são configuradas e disponibilizadas e que os recursos necessários são viabilizados. A autora atenta que nesta fase é necessária atenção aos prazos e, principalmente, atenção na qualidade do desenvolvimento e na “identidade visual” do material quanto à linguagem, forma e aparência.

    A produção e adaptação do material devem estar...

    Modelo Para Construção de Cursos à Distância: Análise

    Design Instrucional | 4/1/2011

    Caso ainda não tenha lido, recomendo o texto "Modelo Para Construção de Cursos à Distância"

    Na fase de análise é examinada a necessidade de aprendizagem objetivando realizar uma caracterização do contexto, traçar o perfil do público-alvo e delinear o problema educacional.

    Para tanto é necessário realizar uma coleta de dados que geralmente é feita pela utilização de um checklist ou por um briefing. Bittencourt (1999), que desenvolveu uma metodologia para a construção de um curso Lato Sensu de educação a distância via internet, recomenda que o checklist ou briefing contenha dados básicos sobre o público-alvo, como por exemplo: "a dispersão geográfica; tipo de tecnologia a que têm acesso;...

    Modelo Para Construção de Cursos à Distância

    Design Instrucional | 4/1/2011

    Caso ainda não tenha lido, recomendo o texto "Design Instrucional e a profissão de designer instrucional"

    Pinheiro (2002), após fazer uma revisão bibliográfica dos principais modelos para construção de cursos à distância recomenda a adoção do modelo tradicional composto por cinco fases: análise, design, desenvolvimento, implementação e avaliação. Contudo, Filatro (2007) alerta para o fato de esse modelo ser criticado pela separação entre as fases e, principalmente, por considerar o planejamento baseado em um público-alvo médio. No entanto, apesar de haver críticas, segundo Pinheiro (2002) e Filatro (2007), é o modelo mais aceito e testado.

    Antes de detalhar cada fase, é necessário...

    Sociedade, Tecnologia e Educação a Distância

    Design Instrucional | 4/1/2011

    Na chamada "sociedade do conhecimento", onde o conhecimento é o principal recurso, a educação é fundamental para sobrevivência de um indivíduo no mercado de trabalho e para viver em sociedade, cuja dinâmica, exige do indivíduo uma educação continuada, para assim, adaptar-se as transformações econômicas, sociais, culturais e políticas, originadas pela evolução do pensamento e pelo impacto do desenvolvimento científico e tecnológico na sociedade (FILATRO, 2007).

    A evolução tecnológica - ocorrida principalmente pela internet – aliada aos elementos expostos anteriormente, mudou a cultura das pessoas e criou novos problemas e mudança de paradigmas. Hoje os indivíduos já nascem e vivem sob a...

    Design Instrucional e a profissão de designer instrucional

    Design Instrucional | 4/1/2011

    Caso ainda não tenha lido, recomendo o texto "Sociedade, Tecnologia e Educação a Distância"

    Não se sabe ao certo a data de surgimento do Design Instrucional, porém, costuma-se estabelecer sua origem na década de 40, durante a Segunda Guerra Mundial. Diante da necessidade de treinamento das tropas norte-americanas para utilização de equipamentos e armas de guerra, alguns psicólogos e educadores foram convocados para desenvolver pesquisas e materiais para cursos de treinamento em massa das tropas. Com o fim da guerra, a solução educacional a distância passou a ser usada e aperfeiçoada no decorrer dos tempos.

    O Design Instrucional evoluiu com o advento da internet e com o desenvolvimento...

    Principais Teorias Pedagógicas de Aprendizagem

    Design Instrucional | 4/1/2011

    O conhecimento das principais teorias de aprendizagem permite embasar e traçar estratégias que atenda aos objetivos de aprendizagem (PINHEIRO, 2002). Não existe uma teoria específica para todos os objetivos, mas sim, uma teoria adequada a cada tipo de objetivo. Nesse sentido, deve-se utilizar uma combinação dessas teorias visando atender a diversidade de alunos e recursos (BITTENCOURT, 1999).

    As teorias pedagógicas de aprendizagem amparam a justificativa das estratégias adotadas no desenvolvimento de um projeto de Design Instrucional. São baseadas nas teorias que todos os processos de aprendizagem e todas as decisões relacionadas ao ensino-aprendizado são tomadas e...

    Referências do Design Instrucional: Desenvolvimento Web com Foco na Experiência do Usuário

    Design Instrucional | 3/1/2011

    Referência do para o elaboração do projeto

    AGNER, Luiz. Usabilidade: A importância do usuário no comércio eletrônico. , 2010.

    ARAÚJO, Elenise Maria. Design Instrucional de uma Disciplina de Pós-Graduação em Engenharia de Produção: uma proposta baseada em estratégias de aprendizagem colaborativa em ambiente virtual. Dissertação (Mestrado) - Departamento de Engenharia de Produção, Universidade de São Paulo. São Carlos. 2009

    BITTENCOURT, Dênia Falcão. A Construção de um Modelo de Curso "Lato Sensu" Via Internet - A Experiência com o Curso de Especialização para Gestores de Instituições de Ensino Técnico UFSC/SENAI. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis....

    e-Gov, usabilidade e arquitetura de informação

    Arquitetura de Informação | 14/12/2010

    Entre o fim da década de 1990 e inicio de 2000, quando a web brasileira estava no inicio, os governos perceberam as oportunidades que o uso da internet poderia oferecer no atendimento aos cidadãos. A busca por essas oportunidades ficaram conhecida como e-Governo, Governo eletrônico ou pela abreviação e-Gov, que segundo o Grupo de Interesse em Governo Eletrônico (2009) da W3C é definido como:

    “a capacidade de colocar as informações de forma fáceis de encontrar, disponíveis, acessíveis, compreensíveis e utilizáveis de tal forma que cidadãos acessem informações e serviços do governo de acordo com a sua conveniência e que possam interagir com seus governos de maneira que antes...

    Referências do projeto de pesquisa

    Usabilidade | 14/12/2010

    Referências do projeto de pesquisa: usabilidade e arquitetura de informação em websites de governos municipais

    AGNER, Luiz. Arquitetura de informação e governo eletrônico: diálogo cidadãos-Estado na World Wide Web. 2007. 353 f. Tese (Doutorado) - Curso de Design, Departamento de Artes, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2007.

    AGNER, Luiz. Sites do governo têm muito a melhorar nas interfaces. Disponível em: . Acesso em: 08 dez. 2010.

    AGNER, Luiz. Governo eletrônico e transparência do Estado. Disponível em: . Acesso em: 08 dez. 2010.

    CHAHIN, Ali; CUNHA, Maria Alexandre; KNIGHT, Peter; PINTO, Solon Lemos. E-gov.br: a próxima revolução...

    Papel da Tecnologia de Informação na Gestão de Conhecimento

    Sistemas de Informação | 3/11/2010

    Na Gestão de Conhecimento, a Tecnologia de Informação é um coadjuvante, seu papel consiste em fornecer infraestrutura e apoio as estratégias de GC. A GC é uma área que envolver diversos outros fatores:

    • aspectos da empresa (estratégia, objetivos, modelo de negócio, ambiente e cultura da empresa):  a tecnologia atua dando suporte nas tomadas de decisão e na elaboração das estratégias e do modelo de negócio
    • pessoas (cultura, hábitos e costumes do individuo)
    • conhecimentos tácitos (know-how)
    • conhecimentos explícitos: a tecnologia fornece meios para transformação de conhecimento tácito em explicito que gere valor a organização
    • conhecimentos individuais: a...

    Diálogo, vínculos afetivos e a construção do conhecimento

    Design Instrucional | 14/9/2010

    A utilização de estratégias que possibilitem criar diálogo e vínculos afetivos entre educadores e alunos e/ ou entre alunos e alunos permite amenizar problemas de evasão, desmotivação e sentimento de solidão.  Favero e Franco (2006) em sua pesquisa sobre a importância do diálogo para educação à distância via web destaca que interações e vínculos afetivos são essenciais para evitar evasão do aluno e, principalmente, para maior geração do conhecimento. 

    “Toda a experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Fome é afeto. O pensamento nasce do afeto, nasce da fome. Não confundir afeto com beijinhos e...

    Criatividade na fase adulta

    Design Instrucional | 2/5/2010

    Publicação da pós-graduação Design Instrucional para Web

    Estudo sobre criatividade na fase adulta

    Howard Gruber (1974/1981), aluno do mais ilustre psicólogo do processo de desenvolvimento da inteligência, Jean Piaget, estudou pessoas criativas na fase adulta durante três décadas. Enquanto outros psicólogos se preocupavam em estudar a criatividade com base em grupos de indivíduos e teste simples, Gruber estudou a criatividade de Charles Darwin através dos cadernos de anotações do próprio Darwin durante os anos de 1837 e 1839 e pesquisou também a trajetória e a contribuição de mais de 60 anos dos estudos das ideias de seu mentor, Piaget. Inspirando outros pesquisadores ao estudo de...

    Autômatos Celulares

    Sistemas de Informação | 2/5/2010

    Trabalho da disciplina de Inteligência Artificial, do curso de pós-graduação em Análise e Projeto de Sistemas. FATEC-SP/ UNESP

    Introdução

    O primeiro Autômato Celular foi projetado por John Von Neumann no final dos anos 40 objetivando simular comportamentos evolutivos, sistemas que através de interações e regras simples evoluem e geram comportamentos complexos. O estudo de Neumann despertou grande interesse devido à capacidade de simular comportamentos auto-organizados complexos que são observados em sistemas naturais. Os estudos sobre Autômatos Celulares ganharam importância principalmente pelo sucesso em criar simulações e previsões de eventos naturais e comportamentos dos...

    Acessibilidade web para pessoas com deficiência visual

    Usabilidade | 23/2/2010

    Publicação da pós-graduação Design Instrucional para Web

    O que é acessibilidade?

    A acessibilidade para a Ong Acessibilidade Brasil (2008) representa o direito de ingresso a rede de informações e o direito de eliminação das barreiras ao seu acesso. Já a legislação brasileira, decreto Nº 5296 de 2004, define a acessibilidade como condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.

    Na web, a World Wide Web Consortium - W3C (2008), organização internacional responsável por definir os padrões Web, define a acessibilidade como condição onde pessoas com...

    Testes de usabilidade: método cientifico

    Usabilidade | 20/2/2010

    Publicação da pós-graduação Design Instrucional para Web

    Testes de usabilidade são realizados em um ambiente monitorado com um profissional facilitador e servem para identificar problemas já existentes ou potenciais problemas de usabilidade e também para verificar a facilidade de uso de um Website.

    Os testes podem ser caros e complexos ou simples e baratos. Nesse artigo será apresentada a metodologia escrita por Kátia Gomes Ferreira para realizar testes de usabilidade com validade científica e com exemplos práticos, um dos pouco sobre o tema em língua português.

    Teste de usabilidade segundo a Norma ISSO 9241

    Usabilidade | 20/2/2010

    Publicação da pós-graduação Design Instrucional para Web

    Ferreira e Drumond (2002) afirmam que na avaliação de usabilidade de sistemas interativos o padrão mais comum é a norma ISO 9241.

    A norma ISO 9241 fornece orientações para avalia a usabilidade. Sendo a usabilidade definida como “medida na qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com eficiência, eficácia e satisfação em um contexto específico de uso”.

    Como a norma ISO 9241 é um texto técnico, uma apresentação em Flash foi elaborada para explicar seus principais pontos. Veja a Norma NBR 9241-11 completa lofo abaixo da apresentação.

    Norma Técnica NBR 9241-11

    Teste de usabilidade na prática

    Usabilidade | 20/2/2010

    Publicação da pós-graduação Design Instrucional para Web

    O Jornal Olhar Digital, referência em conteúdo de tecnologia, produziu um vídeo explicando e fazendo um teste de usabilidade no próprio site deles. O vídeo é muito bacana, essencial para compreensão da importância dos testes de usabilidade.

    O vídeo está disponibilizado no YouTube:

    Teste de usabilidade Segundo Steve Krug

    Usabilidade | 20/2/2010

    Publicação da pós-graduação Design Instrucional para Web

    Testes de usabilidade são usados para descobrir se um Website funciona de acordo com os objetivos propostos e se é fácil de usar-lo. Geralmente, em um teste de usabilidade, mostra-se um Website a um usuário e solicita-se que execute uma tarefa.  A observação do usuário tentando usar um site leva a descobrir dificuldades na execução da tarefa.

    Um teste de usabilidade é aparentemente simples, porém, quando executado em tempo e freqüência inadequada custam caros e tornam-se muito complexo e grandioso, gerando mudanças em todo um projeto. Steve Krug (2006) afirma que quando um teste de usabilidade é executado no inicio e com...

    Teoria behaviorista de Skinner

    Design Instrucional | 19/2/2010

    Para Moreira (2009), na teoria comportamentalista criada pelo pesquisador Skinner, o ensino é obtido quando o que precisa ser ensinado pode ser colocado sob condições de controle e sob comportamentos observáveis, desse modo, os comportamentos são obtidos quando punido o comportamento não desejado e reforçado ou incentivado o comportamento desejado com um estímulo, repetido até que ele se torne automático.

    Na visão de Skinner, a aprendizagem é aquisição de novos comportamentos (MOREIRA, 2009). Assim, a aprendizagem ocorre através de estímulos e reforços a fim de obter os comportamentos desejados, oferecendo estímulos reforçadores sobre os alunos que recebem passivamente o...

    Teoria de aprendizagem significativa de Ausubel

    Design Instrucional | 19/2/2010

    Segundo Moreira (2009), na teoria do pesquisador Ausubel, aprendizagem é um processo que envolve a interação da nova informação com a estrutura cognitiva do aluno - conhecimento que o indivíduo possui.

    A aprendizagem ocorre quando a nova informação ancora-se em conceitos ou preposições relevantes, preexistentes na estrutura cognitiva do aprendiz. Assim, para o aluno aprender é necessário encontrar sentido no que está aprendendo, para isso é necessário: partir dos conceitos que o aluno possui; das experiências que ele tem e relacionar entre si os conceitos aprendidos (MOREIRA, 2009).

    Assim, a definição de conteúdo deve ser feita por meio de uma série hierárquica (em ordem...

    Teoria Sócio-interacionista de Vygotsky

    Design Instrucional | 19/2/2010

    Para Moreira (2009), a teoria do pesquisador Vygotsky, propõe que o desenvolvimento cognitivo se da por meio da interação social, em que, no mínimo, duas pessoas estão envolvidas ativamente trocando experiência e ideias, gerando novas experiências e conhecimento.

    Sob essa visão, a aprendizagem é uma experiência social, mediada pela utilização de instrumento e signos. Um signo, de acordo com a teoria de Vygotsky, é algo que significa alguma coisa, como a linguagem falada e a escrita. Nesse sentido, a aprendizagem é uma experiência social de interação pela linguagem e pela ação. Sendo a interação social a origem e motor da aprendizagem e do desenvolvimento intelectual. Por...

    Construtivismo de Jean Piaget e Emilia Ferreiro

    Design Instrucional | 19/2/2010

    Segundo Ferrari (2008), as descobertas de Piaget sobre os processos de aquisição de conhecimento e sobre os mecanismos de aprendizagem da criança, aliada aos estudos e pesquisas de Emilia Ferreiro, que estudou e trabalhou com Jean Piaget, possibilitaram a descoberta de que as crianças possuem um papel ativo na construção de seu conhecimento, surgindo assim a palavra construtivismo.

    Para Moreira (2009), na teoria do pesquisador Piaget, o desenvolvimento cognitivo se da por assimilação e acomodação. Quando o organismo assimila, ele incorpora a realidade a seus esquemas de ação, impondo-se ao meio, e no processo de assimilação o organismo (a mente) não se modifica. Por exemplo,...

    Considerações sobre relacionamento virtual

    Design Instrucional | 19/2/2010

    Publicação da pós-graduação Design Instrucional para Web

    Hoje, com todas as tecnologias existentes e com a Internet, o aluno tem uma infinidade de opções e maneiras de criar seu conhecimento sobre diversos assuntos ou um assunto em específico, e pautar detalhadamente sobre o mesmo, ou seja, com isso o aluno deixa de ser um “coadjuvante” e passa ser o “ator principal” ou “protagonista”, ele não espera a informação chegar. Uma característica marcante do ensino virtual é a atitude participativa do aluno, que atua consideravelmente no processo educacional, fugindo da visão taylorista.

    O aluno então é estimulado a criar e pensar mais, resolver problemas da sua maneira e por consequência...

    Vínculos afetivos e construção do conhecimento

    Design Instrucional | 19/2/2010

    Publicação da pós-graduação Design Instrucional para Web

    Para enfrentar situações desafiadoras, conflitos cognitivos e outras situações que possibilitem  construir conhecimento, o ser humano necessita ter auto-estima, se sentir confiante, ser ouvido e valorizado e não ser sentir só e incapaz de alcançar o conhecimento (NASCIMENTO, 2008)

    É necessário ter um comportamento afetivo, criar vínculos emocionais e não ter medo de se expressar. Só assim, o aluno se sentirá motivado para enfrentar os desafios de um curso EaD (NASCIMENTO, 2008). O comportamento afetivo como: tratar alguém pelo nome, mostrar preocupação pelos seus problemas e elogiá-lo pelo seu trabalho cria elos e conecta...

    Frustração do usuário

    Usabilidade | 19/2/2010

    Publicação da pós-graduação Design Instrucional para Web

    Jackob Nielsen (2007, p. 131) afirma que ”três quartos dos problemas de usabilidade que as pessoas encontram têm a ver com objetivos básico do usuário: localizar, ler e entender as informações”.  Sendo, encontrar a página desejada, localizar informações, compreender nomes de links, de categorias e a estrutura de navegação os maiores dos problemas. Jackob Nielsen (2007) ainda constatou que páginas com interfaces ruins, informações confusas, de baixa credibilidade ou sem respostas para as ações dos usuários causam dificuldades e problemas que irritam e atrasam os usuários, causando frustrações.

    Portanto, segundo Adolpho (2005),...

    Problemas de usabilidade

    Usabilidade | 19/2/2010

    Publicação da pós-graduação Design Instrucional para Web

    É comum as pessoas falharem na utilização de um Website, difícil é calcular as conseqüências dessas falhas. Para Preece (2005) um erro ou uma falha pode ser bastante drástico, obrigando o usuário a abandonar o Website causando-lhe frustração, a ponto de não voltar mais a utilizá-lo.

    Segundo Preece (2005), os usuários comentem erros quando o Website ou sistema não faz o esperado ou não fornecem informações suficientes para o usuário realizar determinada tarefa. Para Normam (2006), a maioria dos erros ocorre quando objetos com funções diferentes estão próximos uns dos outros, botão excluir perto do de atualizar, ou quando as...

    O ambiente de aprendizagem TelEduc como mídias para EaD

    Design Instrucional | 18/2/2010

    Publicação da pós-graduação Design Instrucional para Web

    A internet hoje, possui excelente suporte para diversas formas de comunicação e informação. Principalmente na área de vídeo e interação. Devido a esse suporte e a possibilidade de criação de novas formas de comunicação e principalmente ao seu custo e benefícios é que ela se destaca das demais mídias para EaD.

    Vejo que o maior problema da internet hoje é a carência de conteúdo criado especialmente para ela, não só para Ead. Um material planejado para ser impresso é completamente diferente de um material para publicação na internet. Mais mesmo assim você ver muito conteúdo para web criado simplesmente como Ctrl + C e Ctrl + V de...

    Web conferência

    Design Instrucional | 18/3/2010

    Publicação da pós-graduação Design Instrucional para Web

    O que é?

    È uma reunião virtual realizada pela internet por meio de aplicativos instalado nos computadores dos participantes ou por meio de sites, neste caso, sem a necessidade de instalação de programas no computador dos usuários.  Em outras palavras, a webconferência é uma conferência que utiliza o poder e recursos tecnológicos da Internet para organizar reuniões ou encontros virtuais.
    O que ela oferece?

    Um meio de comunicação, em tempo real, com possibilidade de bate-papo, contato visual e sonoro dos participantes e compartilhamento do conteúdo da apresentação do discurso para todos os membros presentes, com transmissão de...